O uso de produtos químicos para tratamento de efluentes

Você sabia que a Multiagua é uma empresa reconhecida garantir eficiência em águas industriais, com soluções energéticas e conservação de equipamentos? Há mais de 30 anos no mercado, a Multiagua possui certificação de qualidade ISO 9001 e atua em todos os processos de sistemas de Geração de Vapor, Resfriamento e Estações de Tratamento – Efluentes e Afluentes.

Logo, ao falar de tratamento de efluentes, a empresa oferece uma série de soluções para auxiliar as empresas que necessitam fazer esse tratamento. Dentre as soluções, pode-se destacar: peneiras estáticas e autolimpantes, membranas difusoras de ar, sopradores de ar, pontes raspadoras, adensadores, prensas desaguadoras de lodo, decantadores biológicos e decantadores químicos, flotadores, calhas parshall, entre outros. Inclusive, a Multiagua oferece consultoria com projetos personalizados e produtos químicos (descolorantes, coagulantes e polímeros).

Toda essa experiência contribui para melhores resultados através de suporte técnico especializado no fornecimento de produtos e equipamentos, contando com infraestrutura totalmente dedicada às atividades de Fabricação de Químicos, Laboratórios de Análises, Engenharia de Processos e Laboratório de Tratabilidade.

Portanto a Multiagua pode oferecer as melhores soluções às empresas quando se fala em tratamento de efluentes. Mas afinal, o que são efluentes? Antes de tudo, é importante lembrar que a água é um produto muito versátil, podendo ser utilizada nas mais diversas atividades humanas. 

Dentre elas, o uso nas atividades industriais, o qual pode ocorrer de várias formas, como: lavagens de máquinas pisos, tubulações; manufatura de produtos; incorporação em sistemas de resfriamento e geração de calor; esgotos sanitários dos funcionários, entre outras atividades que ocorrem nas indústrias. 

Segundo o engenheiro Gandhi Giordano,  que é professor Adjunto do Departamento de Engenharia Sanitária e do Meio Ambiente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e Diretor Técnico da Tecma (Tecnologia em Meio Ambiente Ltda), a utilização da água pela indústria podem  sofrer contaminações.

“Exceto pelos volumes de águas incorporados aos produtos e pelas perdas por evaporação, as águas tornam-se contaminadas por resíduos do processo industrial ou pelas perdas de energia térmica, originando assim os efluentes líquidos. Os efluentes líquidos ao serem despejados com os seus poluentes característicos causam a alteração de qualidade nos corpos receptores e conseqüentemente a sua poluição (degradação)”, explica o professor  Gandhi Giordano em seu trabalho “Tratamento e controle de efluentes industriais”, publicado em 2004.

O professor Gandhi Giordano destaca, em seu trabalho, os tipos de poluição das águas: “A poluição hídrica pode ser definida como qualquer alteração física, química ou biológica da qualidade de um corpo hídrico, capaz de ultrapassar os padrões estabelecidos para a classe, conforme o seu uso preponderante. Considera-se a ação dos agentes: físicos materiais (sólidos em suspensão) ou formas de energia (calorífica e radiações); químicos (substâncias dissolvidas ou com potencial solubilização); biológicos (microorganismos)” (GIORDANO, 2004).

De acordo com o trabalho “Tratamento de efluentes industriais por processos oxidativos na presença de ozônio”, desenvolvido pelas pesquisadoras Edna Almeida, Márcia Regina Assalin e Maria Aparecida Rosa, do Departamento de Físico-Química do Instituto de Química da Unicamp, “muitos estudos têm sido realizados com intuito de desenvolver tecnologias capazes de minimizar o volume e a toxicidade dos efluentes industriais, de forma a permitir não somente a remoção de substâncias contaminantes, mas também sua completa mineralização” (ALMEIDA et al., 2004).

Portanto, tratar a água é essencial para refletir em uma série de benefícios para o ambiente e saúde humana, como também atender a legislação. Logo, os efluentes industriais devem receber atenção. Por efluente industrial pode-se destacar, segundo o texto de Natalia Colonese, “todo o despejo líquido gerado nas diversas etapas de um processo produtivo, isto é, toda a água que é utilizada em uma indústria e, posteriormente, descartada” (COLONESE, 2019). 

Ainda segundo as explicações contidas no texto de Natalia, “mais precisamente, de acordo com a norma brasileira da ABNT – NBR 9800/1987, efluentes industriais são ‘despejos líquidos provenientes das áreas de processamento industrial, incluindo os originados nos processos de produção, as águas de lavagem de operação de limpeza e outras fontes, que comprovadamente apresentem poluição por produtos utilizados ou produzidos no estabelecimento industrial’” (COLONESE, 2019). 

Natalia Colonese, que é graduanda em Engenharia Química e gerenciou projetos de Neutralização de Carbono e Manual de Boas Práticas de Fabricação, lembra ainda a importância de se fazer o tratamento dos efluentes industriais: “no Brasil, o CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente – é o órgão ambiental máximo federal. Cabe aos municípios e cidades seguirem suas resoluções, com exceção de decretos municipais ou estaduais mais restritivos, conforme mencionado. Para que as empresas estejam regularizadas, é necessário que elas estejam de acordo com a resolução n° 430, de 13 de maio de 2011, que complementa a resolução n° 357, de 17 de maio de 2005, ambas do CONAMA”.

Segundo engenheiro Gandhi Giordano, vale ressaltar que “a legislação ambiental é muito complexa, mesmo aquela somente aplicada à indústria. Como estamos estudando o tratamento dos efluentes industriais necessitamos conhecer os padrões de lançamento dos efluentes para diversos Estados brasileiros, com enfoque especial para suas especificidades. A legislação é a primeira condicionante para um projeto de uma estação de tratamento de efluentes industriais, sendo importante ressaltar que as diferenças das legislações muitas vezes inviabilizam a cópia de uma estação de tratamento que apresente sucesso em um Estado para outro. Uma ETEI pode ser suficiente para atender a legislação de um Estado mas não atender a todos os limites estabelecidos por outro Estado”, (GIORDANO, 2004).

Sabendo-se desses aspecto, Natalia Colonese (2019)  também destaca, no texto, que com o tratamento dos efluentes, “evita-se a contaminação de solos e águas superficiais, tais como rios, lagos e lagoas. Ao descumprir tais medidas, as multas acabam sendo mais caras do que o processo de tratamento de efluentes em si. Além disso, esta técnica gera diversos benefícios, tornando as atividades da indústria menos onerosas! Ao reutilizar o produto gerado – água – em uma outra parte do processo, evita-se não só o desperdício mas também novos gastos. Outro ponto positivo, por exemplo, é a possibilidade de utilizar o pretexto do tratamento de efluentes para iniciar uma estratégia de marketing verde na sua empresa”, explicou Colonese (2019).

Mas afinal, como deve ser pensado o tratamento dos efluentes? Natalia Colonese (2019), ressalta que, antes de mais nada, o principal a se fazer um estudo para avaliar as características do tipo de efluente, bem como os materiais a serem utilizados nos processos. Esse estudo deve levar em conta uma série de fatores, como a presença de substâncias orgânicas, como também a de matérias inorgânicas. Também se avaliar a presença de metais pesados, além de outros materiais, como os hidrocarbonetos, os corantes, detergentes, entre outros rejeitos oriundos das atividades industriais. 

A partir daí, segundo Natalia Colonese (2019), é possível utilizar os dados para poder definir quais são os indicadores a ser utilizados, de modo que seja possível usá-los para quantificar as substâncias presentes no efluente. Outra consideração importante é que também são medidos parâmetros como, por exemplo, pH da água, a temperatura, a cor, a turbidez, a alcalinidade, o oxigênio dissolvido e a vazão. Esses também são pontos essenciais para que se possa conseguir dimensionar e pensar no tipo de tratamento a ser executados. 

“Indicadores globais como quantidade de matéria orgânica, óleos e graxas, toxicidade e sólidos devem ser avaliados através de determinados métodos. Alguns dos mais conhecidos para identificar a matéria orgânica presente no efluente são DQO – Demanda Química de Oxigênio e DBO – Demanda Bioquímica de Oxigênio. Quanto aos sólidos, tem-se a análise de Sólidos Sedimentáveis em Cone de Imhoff e de Sólidos Totais, obtendo, através deste, os sólidos em suspensão e dissolvidos, fixos e voláteis. Essas análises são requeridas na maioria dos casos”, ressalta  Natalia Colonese (2019).

Ela também lembrar que, por sua vez, “os indicadores específicos são aqueles que identificam poluentes que possam ter efeitos danosos ao meio ambiente, como por exemplo os metais pesados, N e P – nitrogênio e fósforo, detergente, sulfato e cloreto. Após a obtenção das análises quantitativas, é possível descrever as etapas do processo de tratamento, uma vez que são conhecidos qualitativamente e quantitativamente os materiais que compõem o efluente, facilitando a adição ou retirada de uma etapa. Também torna-se viável o dimensionamento de equipamentos necessários”, explicou Colonese (2009).

Assim, segundo o engenheiro Gandhi Giordano (2004), é importante lembrar que a “poluição pelos efluentes líquidos industriais deve ser controlada inicialmente pela redução de perdas nos processos, incluindo a utilização de processos mais modernos, arranjo geral otimizado, redução do consumo de água incluindo as lavagens de equipamentos e pisos industriais, redução de perdas de produtos ou descarregamentos desses ou de matérias-primas na rede coletora. A manutenção também é fundamental para a redução de perdas por vazamentos e desperdício de energia. Além da verificação da eficiência do processo deve-se questionar se este é o mais moderno, considerando-se a viabilidade técnica e econômica” (GIORDANO ,2004).

Giordano destaca, ainda, que após a otimização do processo industrial, outra aspecto que deve ser controlado são as perdas causadoras da poluição hídrica, as quais devem ser controladas por meio de sistemas de tratamento de efluentes líquidos.

“Os processos de tratamento a serem adotados, as suas formas construtivas e os materiais a serem empregados são considerados a partir dos seguintes fatores: a legislação ambiental regional; o clima; a cultura local; os custos de investimento; os custos operacionais; a quantidade e a qualidade do lodo gerado na estação de tratamento de efluentes industriais; a qualidade do efluente tratado; a segurança operacional relativa aos vazamentos de produtos químicos utilizados ou dos efluentes; explosões; geração de odor; a interação com a vizinhança; confiabilidade para atendimento à legislação ambiental; possibilidade de reuso dos efluentes tratados” (GIORDANO, 2004).

O engenheiro Gandhi Giordano (2004) destaca ainda que um fator de grande importância que determinará o grau de controle da poluição por efluentes líquidos é, entre outros aspectos, a localização da indústria. “Podemos citar como exemplo o caso de uma indústria que esteja localizada em uma bacia hidrográfica de classe especial, que não poderá lançar nesta nem mesmo os efluentes tratados. Nestes casos é necessário além do tratamento, que seja feito uma transposição dos efluentes tratados para outra bacia, logicamente com maiores custos” (GIORDANO, 2004).

Ainda sobre essa questão, Giordano (2004) explica que, “além de atender aos requisitos específicos para o lançamento de efluentes, as características dos efluentes tratados devem ser compatíveis com a qualidade do corpo receptor” (GIORDANO, 2004).

Desta forma, é importante ressaltar que, de acordo com o trabalho de Giordano (2004), “os sistemas de tratamento de efluentes são baseados na transformação dos poluentes dissolvidos e em suspensão em gases inertes e ou sólidos sedimentáveis para a posterior separação das fases sólida/líquida. Sendo assim se não houver a formação de gases inertes ou lodo estável, não podemos considerar que houve tratamento. A Lei de Lavoisier, sobre a conservação da matéria é perfeitamente aplicável, observando-se apenas que ao remover as substâncias ou materiais dissolvidos e em suspensão na água estes sejam transformados em materiais estáveis ambientalmente” (GIORDANO, 2004).

Mas o que isso significa? Vejamos as explicações do engenheiro Giordano:  “A poluição não deve ser transferida de forma e lugar. É necessário conhecer o princípio de funcionamento de cada operação unitária utilizada bem como a ordem de associação dessas operações que definem os processos de tratamento. Os sistemas de tratamento devem ser utilizados não só com o objetivo mínimo de tratar os efluentes, mas também atender a outras premissas” (GIORDANO, 2004).


O QUE A MULTIAGUA PODE OFERECER PARA O TRATAMENTO DE EFLUENTES?

Logo, o tratamento de efluentes industriais é de suma importância. A Multiagua, como já dito neste texto, oferece uma série de produtos, os quais são especificados a seguir, como:

PRODUTOS QUÍMICOS (DESCOLORANTES, COAGULANTES E POLÍMEROS) – são especialmente formulados para melhorar o desempenho em processos de tratamento de Efluentes e de Reuso, cuja combinação entre eles permite uma Eficiente Remoção de Cor, aliado a Redução de Carga Orgânica (DBO) e maior Decantabilidade dos Sólidos Suspensos. A Multiagua conta com uma equipe especializada para, inclusive, indicar o melhor produto para cada situação.

CALHA PARSHALL – equipamento utilizado em canal aberto para medição da vazão instantânea de líquidos. A MULTIMED da Multiagua é fabricada em fibra de vidro, possui régua de medição em aço inox 304 e pode receber o medidor ultrassônico para totalização de volume.

PENEIRA ESTÁTICA E AUTOLIMPANTE MULTIPEN – construída em aço inox 304, é destinada à remoção de sólidos em suspensão no efluente, tais como fibras de algodão, restos de tecido, couro e outros, com tamanho superior a 1,00 mm, protegendo assim os demais equipamentos da Estação de Tratamento de Efluentes de possíveis quebras ou entupimentos. O equipamento que pode ser alimentado por gravidade ou por bombeamento, não necessita retrolavagem para limpeza e os sólidos caem automaticamente no tanque coletor. Requer pouquíssima manutenção, uma vez que não possui partes móveis.

MEMBRANA DIFUSORA DE AR – produzem bolhas finas que permitem maior transferência de oxigênio para o meio líquido. São construídas em EPDM (borracha de alta resistência química e física) e podem ser instaladas em Tanques (civil, metálico, polipropileno) ou Lagoas (talude com PEAD).

SOPRADOR DE AR ROOTS – é construído sobre chassi de perfis com pintura anticorrosiva, silenciadores de entrada e saída, filtro de ar com indicador de sujidade, válvula de retenção e de segurança além de coxins anti vibratórios e protetores de polias e correias. Manômetro e Junta de expansão em inox acompanham o equipamento, além do Motor elétrico de alto rendimento. Com o sistema de acionamento por Inversor de Frequência, permite a economia de energia elétrica e também a automação do processo através de Medidor de oxigênio para fluídos.

PONTE RASPADORA  DE LOGO MULTIPONT – com Tração Periférica, tem por finalidade a remoção do lodo decantado provenientes de coagulação química ou flocos oriundos do tratamento biológico. A MULTIPONT foi projetada para se obter uma remoção de iodo eficiente, sem provocar turbulência, sendo constituída por Defletor de Alimentação, Vertedores e Placas para retenção, além de Braço Raspador com fixação roscada na estrutura de suporte com passarela/guarda-corpo e também de moto-redutores para o acionamento das partes móveis.

ADENSADOR MULTIADENS – é um equipamento com fundo inclinado para aumentar a concentração do lodo pelo processo de decantação. O lodo decantado é então recalcado para o sistema de desaguamento para prensa desaguadora, filtro prensa, decanter ou centrífuga. O MULTIADENS é construído em aço carbono SAC41 revestido com pintura epoxi de alta qualidade e proteção, com opções em aço inox 304 e Polipropileno.

PRENSA DESAGUADORA DE LODO MULTIPRESS – é um equipamento de deságue mecânico através de esteiras e cilindros, produzindo uma torta de lodo com elevado teor de sólidos de até 20%. A MULTIPRESS é construída em aço inox 304 jateado e possui Tanque de mistura e floculação, Dispositivo de prensagem, Esteiras, Dispositivo para lavagem da esteira e Painel elétrico e pneumático.

DECANTADOR – ocupa um papel de relevância no conjunto, uma vez que neles se processa a decantação, a retirada do lodo e o afastamento do seu excesso. Entre eles, podemos destacar o decantador biológico, cuja unidade tem como prioridade a retirada do lodo após o tanque de aeração, fazendo a clarificação do efluente e promovendo a recirculação para a ativação do processo biológico. Também contamos com o decantador químico, cujos flocos formados na fase de floculação serão precipitados nesta etapa por processo físico-químico, sendo o lodo acumulado e descartado para o adensador de lodos.

Os nossos Decantadores MULTIDEC são construído em 2 formatos, sendo um circular (obra civil em conjunto com a MULTIPONT, em aço carbono SAC 41 revestido por pintura epoxi e também em aço inox 304 com fundo incluindo em obra civil) e outro retangular (aço carbono SAC 41 revestido por pintura epoxi em conjunto com perfis de decantação em PVC).

FLOTADOR –  o Flotador por Ar Dissolvido MULTIFLOT está destinado ao tratamento de efluentes com carga orgânica alta e material oleoso. O efluente segue por gravidade para câmara de flotação, onde ocorre a separação dos sólidos formados no floculador através da injeção da água saturada de ar. O lodo flotado é continuamente raspado para uma câmara coletora e o efluente clarificado é encaminhado para a próxima etapa do tratamento. O MULTIFLOT é constituído de Tanque de Floculação com agitador mecânico (melhor tempo de mistura e residência), Sistema de dissolução de ar com tanque de Saturação, Raspador superficial de lodo ajustável e Câmara de flotação. Construído totalmente em aço inox 304 jateado, também dispõe de moto-redutores para o acionamento das partes móveis.

 

AS CONSULTORIAS DA MULTIAGUA SÃO O DIFERENCIAL

Somado a tudo isso, a Multigua oferece ampla consultoria com projeto personalizados. Nossa estrutura profissional oferece três níveis de consultoria especializada, como o projeto completo com início na caracterização do efluente, alocação da área, dimensionamento das unidades de tratamento, projeto executivo, acompanhamento de implantação até a posta em marcha.

Outro projeto é a melhoria de desempenho, que faz uma assessoria integral em todos os processos de tratamento e apresenta um Plano de Trabalho com as necessidades da planta, recursos disponíveis e a serem implantados, indicadores de eficiência e monitoramento operacional que permitem uma nova Gestão da ETE.

Por fim, o projeto de retrofit de ETE, que consiste em diagnosticar as atuais unidades com uma avaliação estrutural e funcional, projetando o atendimento aos novos parâmetros legais ou de crescimento da indústria através do dimensionamento de equipamentos e processos para o projeto executivo atualizado.

Depois de ressaltar tudo isso, gostaríamos de lembrar de um importante aspecto, algo que a Multiagua pode te oferecer: qualidade. A Multiagua possui certificados pelo ISO 9001 desde 2005, garantindo que todas as atividades sejam geridas pelo sistema da qualidade e monitorados para o processo de melhoria contínua. 

Somado a isso, a Multiagua conta com Certificados e Licenças que regulamentam as atividades perante aos órgãos de fiscalização CETESB, POLÍCIAS FEDERAL e CIVIL, IBAMA, CORPO DE BOMBEIROS, CRQ e PREFEITURA MUNICIPAL.

Após toda essa explicação sobre o tratamento de efluentes, gostaríamos de lembrar que a Multiagua está de prontidão para tirar todas as suas dúvidas e oferecer, inclusive, as melhores opções e alternativas para os seus problemas relacionados ao tratamento de efluentes. Qualquer dúvida, entre em contato com a gente. Temos uma equipe especializada para entender suas solicitações e indicar qual a melhor alternativa. 

 

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Edna, et al. Tratamento de efluentes industriais por processos oxidativos na presença de ozônio. Química Nova, 2004.

COLONESE, Natalia. O que são efluentes e por que é essencial tratá-los? Disponível em: <https://fluxoconsultoria.poli.ufrj.br/blog/quimica-alimentos/efluentes-o-que-sao-como-tratar/?gclid=EAIaIQobChMIwPbmwtmc5gIVCgeRCh0yxwlAEAAYAiAAEgJJUvD_BwE>. Acesso em 04/12/2019

GIORDANO, Gandhi et al. Tratamento e controle de efluentes industriais. Revista ABES, v. 4, n. 76, 2004.

Solução completa Multiagua

Tratamento de Efluentes

Serviços de Consultoria com Projetos Personalizados

Nossa estrutura profissional oferece 3 Níveis de Consultoria especializada:

Projeto Completo que inicia na caracterização do efluente, escolha da melhor área para implantação, dimensionamento das unidades de tratamento, projeto executivo, acompanhamento de implantação até a posta em marcha. Ver mais

Produtos Químicos (Descolorantes, Coagulantes e Polímeros)

São produtos químicos especialmente formulados para melhorar o desempenho em processos de tratamento de Efluentes e de Reuso.

A combinação entre eles permite uma Eficiente Remoção de Cor, aliado a Redução de Carga Orgânica (DBO) e maior Decantabilidade dos Sólidos Suspensos. Ver mais

Equipamentos

Calha Parshall

Equipamento utilizado em canal aberto para medição da vazão instantânea de líquidos.

Nossa Calha Parshall é fabricada em fibra de vidro, possui régua de medição em aço inox 304 e pode receber o medidor ultrassônico para totalização de volume. 

Peneira Estática e Autolimpante

A Peneira Estática Autolimpante, construída em aço inox 304, é destinada à remoção de sólidos em suspensão no efluente, tais como fibras de algodão, restos de tecido, couro e outros, com tamanho superior a 1,00 mm, protegendo assim os demais equipamentos da Estação de Tratamento de Efluentes de possíveis quebras ou entupimentos. Ver mais

Membrana Difusora de Ar

As Membranas Difusoras de Ar produzem bolhas finas que permitem maior transferência de oxigênio para o meio líquido. São construídas em EPDM (borracha de alta resistência química e física) e podem ser instaladas em Tanques (civil, metálico, polipropileno) ou Lagoas (talude com PEAD).

Soprador de Ar

O Soprador de Ar tipo Roots é construído sobre chassi de perfis com pintura anticorrosiva, silenciadores de entrada e saída, filtro de ar com indicador de sujidade, válvula de retenção e de segurança além de coxins anti vibratórios e protetores de polias e correias. Ver mais

Ponte Raspadora

A Ponte Raspadora de Lodo, com Tração Periférica, tem por finalidade a remoção do lodo decantado provenientes de coagulação química ou flocos oriundos do tratamento biológico. Ver mais

Adensador

O Adensador de Lodo é um equipamento com fundo inclinado para aumentar a concentração do lodo pelo processo de decantação, sendo bombeado para o sistema de desaguamento por prensa desaguadora, filtro prensa, decanter ou centrífuga. Ver mais

Prensa Desaguadora de Lodo

A prensa desaguadora é um equipamento de remoção de água em Lodo de forma mecânico através de esteiras e cilindros, produzindo uma torta de Lodo com teor de sólidos de até 20%. Ver mais

Decantador

Os decantadores ocupam um papel de relevância no conjunto, uma vez que neles se processa a decantação, a retirada do lodo e o afastamento do seu excesso. Ver mais

Flotador

O Flotador por Ar Dissolvido está destinado ao tratamento de efluentes com carga orgânica alta e material oleoso. O efluente segue por gravidade para câmara de flotação, onde ocorre a separação dos sólidos formados no floculador através da injeção da água saturada de ar.  Ver mais

Qualidade

A Multiagua possui certificados pelo ISO 9001 desde 2005, garantindo que todas as atividades sejam geridas pelo sistema da qualidade e monitorados para o processo de melhoria contínua. Ver mais

Conheça mais sobre certificações e política de privacidade.

Certificações

Certificados pelo ISO 9001 desde 2005, garantindo que todas as atividades sejam geridas pelo sistema da qualidade e monitorados para o processo de melhoria contínua.

A empresa possui Certificados e Licenças que regulamentam as atividades perante aos órgãos de fiscalização CETESB, POLÍCIAS FEDERAL e CIVIL, IBAMA, CORPO DE BOMBEIROS, CRQ e PREFEITURA MUNICIPAL.

Solicite nosso CERTIFICADO ISO 9001:2015 pelo email envio@multiagua.com.br.

NOSSO PROPÓSITO:

A MULTIAGUA tem como propósito, ser referência no segmento de TRATAMENTO DE ÁGUAS INDUSTRIAIS com o comprometimento de garantir a maximização da vida útil dos equipamentos dos clientes.

POLÍTICA DA QUALIDADE:

Através da constante melhoria dos processos, de pessoal qualificado, do desenvolvimento de novas tecnologias e do desempenho profissional de nossos colaboradores, enfocamos como política da qualidade os pilares:

Satisfação dos CLIENTES quanto aos Produtos e Serviços fornecidos

Zelo e Cuidado com a propriedade do CLIENTE

Primazia pelo bom Atendimento ao CLIENTE

Atendimento aos prazos acordados

 

 

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